O final de ano em 2008 promete emoções fortes como de há muito não se via. Começaram em outubro. E não vão parar até dezembro. Nos campos mais variados de atividades.
E temos os desdobramentos da crise financeira que varre o mundo. Bastaria isso para fazer do final de 2008 uma tensa montanha-russa coletiva. O primeiro momento é de cautela.
No futebol, por exemplo. Quem imaginava, no início deste ano, que Vasco e Fluminense estariam a um passo, pequeno, do rebaixamento no campeonato brasileiro? Fortes emoções.
O segundo round desse processo projeta-se sobre 2009 e 2010. Há convergência, hoje, em torno de previsões de menor crescimento, a nível mundial. Alguns viverão recessões.
As eleições naturalmente são focos de muito interesse e tensões, também. Entre partidos, candidatos e eleitores. Ainda que municipais, sinalizam claros vínculos com o jogo de 2010.
A tradução prática desses efeitos se dá via aumento de desemprego e piora das condições de vida, em graus variados. Tudo indica que por aqui não será tão grave. Ainda bem
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