terça-feira, 4 de novembro de 2008

AS ÙLTIMAS DO CATUKA.



KENEDY NEGRO Diante do hotel de Los Angeles, cercado por uma multidão frenética, quase histérica, um jovem de olhos grandes e cabelos muito negros, com um pimpão subindo testa acima, tocava sua guitarra, cantava e pulava montado no microfone, como se fosse em um cavalo de circo.
Perguntei quem era. "É o Presley, o Elvis Presley. O rei do rock". Mal tinha ouvido falar nele. Ídolo da juventude rebelde, o povo pulava e cantava com ele, em um fantástico magnetismo. Era 1960, ele tinha 25 anos.
De repente, uma limusine preta muito comprida parou na porta do hotel, um homem desceu rápido e subiu quase correndo as escadas para um grande salão onde pequena multidão o esperava, com balões coloridos e gritava seu nome sem parar. Parecia que ia cantar. O cantor era o outro

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