sexta-feira, 1 de maio de 2009

OPINIÃO DE CATUKA.

[b][red] NA ITÁLIA EM TAMBURELO Hoje faz, como se sabe e o país faz questão de lembrar, 15 anos da trágica morte de Ayrton Senna.
Morte que o Brasil viu pela TV e chorou como poucas vezes o Brasil chorou a morte de algum de seus filhos.
Senna, sem dúvida, será sempre um dos maiores ídolos brasileiros.
Como milhões, vi, estarrecido, ainda deitado na manhã de domingo, aquela cena dramática de seu pescoço imóvel dentro do carro no autódromo de Imola.
Mas hoje faz, também, 30 anos da morte do delegado torturador Sérgio Paranhos Fleury e ninguém se lembra porque, de fato, ele merece o esquecimento.
Sua morte, nebulosa, dizem que se deu por estar embriagado ao cair de um barco em Ilha Bela, onde foi batizar seu iate.
Tive, no palanque do estádio de Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, a incumbência de anunciar o desenlace para cerca de 150 mil trabalhadores do ABC.
Gente que já tinha ouvido Vinicius de Moraes recitar "O Operário em Construção" e esperava a participação do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, Luís Inácio Lula da Silva, naquele 1o. de Maio que começou a mudar a História do Brasil.

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