INTER 3 x 1 BARCELONAA Inter, no campeonato nacional, não me agrada muito. Joga futebol competitivo, disputa o título, mas não faz nada de incomum.
Na fase de grupos, quando encarou o mesmo Barcelona, manteve o padrão razoável.
Na Liga dos Campeões o time se agiganta, o que normalmente não acontecia. O Milan é bem mais vencedor na competição continental.
Desde a espetacular atuação diante do Chelsea, em Stamford Bridge, o time de Mourinho mostra grande futebol no mata mata.
Hoje, em Milão, a vítima foi “apenas” o Barcelona.
Marcação perfeita parou Messi
Eto´o e Milito atrapalhavam na saída de bola do Barcelona. Sneijder pegava Xavi. Pandev marcava Daniel Alves. Thiago Motta cuidava de Messi. Cambiasso fazia a sobra do combate ao craque da temporada.
Atrás deles, na linha de zaga, o lado direito era formado pelos brasileiros Maicon e Lúcio, enquanto o esquerdo tinha os argentinos Samuel e Zanetti.
Unidos, funcionaram bem. Mas, cá entre nós, Maicon foi o melhor lateral e Lúcio o zagueiro da semifinal.
Todavia isso é coisa de brasileiros. Importante é ressaltar que todo o posicionamento idealizado e trabalhado por Mourinho parou o então indomável Barcelona.
Marcando no campo de ataque, com as linhas de frente, meio e defesa próximas, a Inter impediu a evolução do campeão europeu com a bola pelo chão.
Ainda sofreu o primeiro gol, num raro avanço de Maxwell, nas costas de Maicon, que terminou com o gol de Pedro.
A Inter era superior e perdera, com Milito, a melhor chance de fazer 1×0. Muita gente deve ter pensado que a vantagem facilitaria a vida do Barcelona, pois obrigaria o rival a avançar.
Não era necessário. O sistema defensivo continuava funcionando, ao contrário do armado por Pepe Guerdiola.
Os visitantes nunca conseguiram pressionar na saída da defesa interista, como gostam. E havia espaços pelos lados. Em especial nas costas de Daniel Alves.
Para piorar, os barcelonistas enfrentavam o inspirado Maicon que atacava pelo outro flanco.
Aos 30, onze minutos após sofrer o gol, a Inter empatou com Sneijder. Todos os espaços deixados pelo Barça foram usados na jogada.
O segundo tempo, sem alterações de atletas, seguiu na mesma toada.
A posse de bola barcelonista cresceu. Mas isso não bastou para reverter o controle das ações. Nada daquelas tabelas ou dribles verticais que acabam com chutes em gol de dentro da área.
A vida da Inter ficou menos complicada aos 3, quando Maicon virou o placar.
Perfeito sem a bola
Naquele momento, o time italiano abriu mão de ter a bola.
E foi perfeito, como o Boca Juniors de Carlos Bianchi, também mortal sem a gorduchinha.
A bola roubada por Thiago Motta na intermediária terminou com o gol de Milito, em posição de impedimento.
E agora?
A vantagem de 2 gols é muito boa. Se a Inter marcar como nas últimas partidas da Uefa Champions League, a missão do Barcelona será duríssima.
A chance do épico título europeu no Santiago Bernabeu, casa do Real Madrid e palco da final, está ameaçada.
Na fase de grupos, quando encarou o mesmo Barcelona, manteve o padrão razoável.
Na Liga dos Campeões o time se agiganta, o que normalmente não acontecia. O Milan é bem mais vencedor na competição continental.
Desde a espetacular atuação diante do Chelsea, em Stamford Bridge, o time de Mourinho mostra grande futebol no mata mata.
Hoje, em Milão, a vítima foi “apenas” o Barcelona.
Marcação perfeita parou Messi
Eto´o e Milito atrapalhavam na saída de bola do Barcelona. Sneijder pegava Xavi. Pandev marcava Daniel Alves. Thiago Motta cuidava de Messi. Cambiasso fazia a sobra do combate ao craque da temporada.
Atrás deles, na linha de zaga, o lado direito era formado pelos brasileiros Maicon e Lúcio, enquanto o esquerdo tinha os argentinos Samuel e Zanetti.
Unidos, funcionaram bem. Mas, cá entre nós, Maicon foi o melhor lateral e Lúcio o zagueiro da semifinal.
Todavia isso é coisa de brasileiros. Importante é ressaltar que todo o posicionamento idealizado e trabalhado por Mourinho parou o então indomável Barcelona.
Marcando no campo de ataque, com as linhas de frente, meio e defesa próximas, a Inter impediu a evolução do campeão europeu com a bola pelo chão.
Ainda sofreu o primeiro gol, num raro avanço de Maxwell, nas costas de Maicon, que terminou com o gol de Pedro.
A Inter era superior e perdera, com Milito, a melhor chance de fazer 1×0. Muita gente deve ter pensado que a vantagem facilitaria a vida do Barcelona, pois obrigaria o rival a avançar.
Não era necessário. O sistema defensivo continuava funcionando, ao contrário do armado por Pepe Guerdiola.
Os visitantes nunca conseguiram pressionar na saída da defesa interista, como gostam. E havia espaços pelos lados. Em especial nas costas de Daniel Alves.
Para piorar, os barcelonistas enfrentavam o inspirado Maicon que atacava pelo outro flanco.
Aos 30, onze minutos após sofrer o gol, a Inter empatou com Sneijder. Todos os espaços deixados pelo Barça foram usados na jogada.
O segundo tempo, sem alterações de atletas, seguiu na mesma toada.
A posse de bola barcelonista cresceu. Mas isso não bastou para reverter o controle das ações. Nada daquelas tabelas ou dribles verticais que acabam com chutes em gol de dentro da área.
A vida da Inter ficou menos complicada aos 3, quando Maicon virou o placar.
Perfeito sem a bola
Naquele momento, o time italiano abriu mão de ter a bola.
E foi perfeito, como o Boca Juniors de Carlos Bianchi, também mortal sem a gorduchinha.
A bola roubada por Thiago Motta na intermediária terminou com o gol de Milito, em posição de impedimento.
E agora?
A vantagem de 2 gols é muito boa. Se a Inter marcar como nas últimas partidas da Uefa Champions League, a missão do Barcelona será duríssima.
A chance do épico título europeu no Santiago Bernabeu, casa do Real Madrid e palco da final, está ameaçada.
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